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Era uma vez um homem (marciano) e uma mulher (venusiana) que se encontraram, se apaixonaram e se casaram.
No começo, tudo é uma maravilha. Eles discordam, mas não brigam. Acham charmosa a divergência: domingo de sol, ele acorda cedo e espera, pacientemente, que ela saia da cama às onze horas... Se ele fuma, ela não reclama do fumo do cigarro. Chegam até a desistir do futebol, caso ele seja do Benfica e ela do Sporting. Mas nada como um dia após o outro...
Passada a emoção da conquista, quando o quotidiano passa a fazer parte da relação, a maioria das pessoas parece se esquecer de dar à "diferença" o seu real valor: o que antes cativava agora incomoda, e o que era charme virou defeito.
Todas as mulheres são iguais – e os homens, idem. Quando se aborrecem, eles querem silêncio e solidão. Já entre elas, as preocupações resultam na matraca desenfreada, pois falando acalmam-se. O ego masculino é movido à base de conquistas – o feminino é pura emoção. Ele deve escutá-la, e ela compreender o seu silêncio.
O tempero do relacionamento amoroso é a diferença de pensamento e de atitude, que permite a cada parceiro aprender e ensinar muitas coisas. Se ao invés de perder tempo e energia com intermináveis discussões - nas quais um tenta convencer o outro de que a sua visão da vida é mais sensata - os casais percebessem que a divergência os aproxima e os mantém unidos, aconteceriam menos desencontros e frustrações amorosas. Basta um pouco de atenção e honestidade consigo mesmo e com o parceiro para uma comunicação imediata e eficaz.
"A principal causa dos conflitos é que homens e mulheres não conseguem comunicar-se. É preciso que cada um se disponha a aprender o idioma do sexo oposto, traduzir e interpretar o seu pensamento. Os marcianos – no caso, os homens – dão muita importância ao trabalho, à competência, à capacidade e às conquistas. Já para as venusianas – as mulheres – há coisas mais importantes que isso: qualidade dos relacionamentos, família, casa, amor e cooperação comunitária.

Leiam este livro, de John Gray!

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1 comentário

De Helena a 16.08.2005 às 15:49

Já li e adorei.De facto, é muito como o autor diz.Homens e mulheres, temos formas diferentes de estar e sentir.Será que chega, termos consciencia dessas diferenças?

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