Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Excesso de zelo materno

por mascatinha, em 04.11.05
baboon.jpg

"Há um babuíno bébe, no Jardim Zoológico de Devon, que tem estado a atrair muitas atenções. Trata-se de Reggie, um babuíno perfeitamente saudável, com três semanas de idade, pertencente a uma espécie nativa do noroeste do continente africano, sagrada para os antigos egípcios.
O que tem despertado a atenção de todos os visitantes é o facto de o bebé, que nasceu com uma cobertura normal de pêlo, estar agora careca, graças ao excesso de zelo materno. A mãe de Reggie lambeu-lhe literalmente todo o pêlo do cimo da cabeça.
Phil Knowling, porta-voz do Jardim Zoológico, afirma que “o pêlo voltará a crescer e o bebé ficará bem, embora seja neste momento a atracção principal entre os babuínos”.

A imagem do pequeno babuíno é de tal forma caricata que se pensa até em mudar o seu nome para Gollum, por se assemelhar à personagem do filme “Senhor dos Anéis”.
Fonte: BBC News"

Li esta noticia e achei que tinha tudo a ver com a super protecção que os pais humanos tentam fazer junto dos seus filhos e de como estes acabam por ficar muito mais desprotegidos face à sociedade, aliás quanto a este tema e da experiência que tenho com jovens, cada vez mais percebo que pais responsáveis geram filhos irresponsáveis e vice versa. Onde está o meio termo?

Autoria e outros dados (tags, etc)


3 comentários

De Amaral a 05.11.2005 às 23:03

A parte final do teu post faz todo o sentido, Mascatinha. Li algures que, em presumíveis sociedades mais avançadas que as nossas, os filhos eram criados, não pelos pais, mas pelos anciãos, que lhes transmitiriam todo o conhecimento que os jovens pais ainda não tinham.
O que se passa, nos dias de hoje, é que a super-protecção (ou muito menos do que isso) leva a que os jovens, quando chegam à idade adulta, estão "verdes" e imaturos, demoram a "encontrar-se" com a vida, têm uma visão distorcida da sua relação com a Natureza e, cada vez mais, enfrentam o dia-a-dia numa disputa individual, como se tudo e todos à sua volta estivessem em planos separados.

Comentar post



Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

Pesquisar no Blog

Arquivo

  1. 2014
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2013
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2012
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2011
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2010
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2009
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2008
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2007
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2006
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2005
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D